sábado, 8 de dezembro de 2012

Duplicação da Bauru-Iacanga fica para julho de 2013, afirma o DER

Notícia importante para o bairro:

Duplicação da Bauru-Iacanga fica para julho de 2013, afirma o DER

Vinícius Lousada

Como adiantou o Jornal da Cidade, em reportagem publicada no dia 6 de novembro de 2012, a Prefeitura de Bauru se comprometeu a desapropriar as áreas necessárias para a viabilização das marginais da rodovia Bauru-Iacanga. A medida converge com a já anunciada duplicação da ‘rodovia da morte’. A expectativa é de que as obras, estimadas em R$ 102 milhões, comecem em julho do ano que vem.

De acordo com o superintendente do DER, Clodoaldo Pelissioni, o prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) se comprometeu a decretar a utilidade pública das áreas em questão até janeiro do ano que vem. “Em março, vamos licitar e a execução começa no início do segundo semestre”.

O prazo para a conclusão das obras é de 15 a 18 meses. O projeto contempla mais de 11 quilômetros de extensão da via, da região urbana de Bauru até o aeroporto Moussa Tobias. “Aquela região vai se desenvolver. As marginais são importantes para separarmos o fluxo urbano do rodoviário. Fiquei impressionado com o tráfego da Marechal Rondon no horário de pico”, comenta Pelissioni.

Lúcio Luciano
Pelissioni afirmou ainda que a licitação para as obras e serviços de pavimentação da estrada vicinal que liga a SP 225 (Bauru-Jaú) à Fundação Casa, a partir do prolongamento da avenida Lúcio Luciano, será aberta em março do ano. A obra terá 2,5 quilômetros de extensão, custando, aproximadamente, R$ 1,6 milhão.

Publicada no Jornal da Cidade, edição de 08 de dezembro de 2012

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Eleições no bairro


A Associação de Moradores do Novo Jardim Pagani, realizou eleições no dia 06 de dezembro de 2012 para eleger a nova Diretoria para a geri-la no biênio 2013-2014. 

Agora, devidamente regularizada com registro em cartório, CNPJ e inscrição municipal, a associação continuará com seu trabalho de levar as demandas do bairro para os poderes públicos e juntar esforços para obter melhorias que tanto precisa o bairro. Como não foi inscrita no prazo concedido legalmente nenhuma chapa, a Diretoria atual, com algumas modificações, foi reconduzida por unanimidade entre os presentes na Assembléia Geral. 

DIRETORIA:

Presidente: Adalgizo Witzel Martins Ferreira
Vice-presidente: Gilmar Carvalho
1o. Secretário: Antonio Morales de Camargo
2o. Secretário: Renato Castequini Campos
1o. Tesoureiro: Luiz Carlos R. Carvalho
2o. Tesoureiro: Andréa Luiza  E. Sotero

Conselho Fiscal

Titulares:  
Wilson Vannuci Faria, Élide Nardi Pinto e Eurípedes Franco Bueno
Suplentes: 
Osmar Antonio Godoy, Eduardo T. Kogawa e João de Souza Fraga

A força da Associação depende muito do apoio dos moradores do bairro. Informe-se, participe, manifeste-se.


quinta-feira, 22 de novembro de 2012

3º Congresso das Associações de Moradores de Bairros

21/11/2012  | Administrações Regionais
 
Sear promove 3º Congresso das Associações de Moradores de Bairros neste sábado
 
A Prefeitura Municipal de Bauru, através da Secretaria das Administrações Regionais, em parceria com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/Bauru), promove neste sábado, 24 de novembro, o 3º. Congresso das Associações de Moradores de Bairros.

O evento acontecerá das 08h às 12h, no auditório da OAB, Avenida Nações Unidas, 30-30, com a proposta de integrar as Associações com o poder público, órgãos, entidades e empresas que pretendam desenvolver projetos ou ações comunitárias.

O Congresso conta com apoio do Senac, Sesi, Polimáquinas, Plasútil, Max Floricultura, Sukest, Semma, Indisce, Eletrolixo e ADN BioDiesel. As 100 primeiras pessoas que se credenciarem receberão camisetas do evento.


Abaixo a programação do 3º. Congresso das Associações de Moradores de Bairros:

PROGRAMAÇÃO

08h30 – Café

09h00 – Abertura / composição da mesa

09h30 – Palestra: “Projeto de regularização dos documentos das Associações de Bairros de Bauru, através da assistência jurídica gratuita (Projeto INDISCE / UNIP)” - Palestrante: Dr. Sérgio Luiz Ribeiro - Coordenador auxiliar do curso de Direito da UNIP – Universidade Paulista.

09h55 – Palestra: “A regularização da Associação de Moradores através de Ação Judicial e a tarefa do Administrador Provisório”

Palestrante: Dr. Fábio Simonetti – Comissão de Assuntos Comunitários da OAB – Ordem dos Advogados do Brasil.

10h20 – Palestra: “Resultados das parcerias entre a Prefeitura e as Associações de Moradores: Geisel, Gasparini, Godoy e articulações com a Vila Dutra”.

Palestrante: Sidnei Rodrigues – Secretário Municipal das Administrações Regionais.

10h45 – Palestra: “Projeto urbanístico para o Centro Comunitário da Vila Dutra e capitação de recursos para a manutenção da Associação”.

Palestrante: Prof. Eraldo Rocha - Arquiteto e Urbanista, Mestre em Design e Ergonomia da UNIP – Universidade Paulista.

11h10 – Palestra: “Todos Juntos por uma Comunidade Sustentável (Projeto ADN Biodiesel / Eletrolixo Logística Reversa Ltda)”.

Palestrante: Adriana Machado de Melo e Engª Milena Rosa Lopes Lozano.

11h35 – Sorteio

12h – Encerramento e entrega dos certificados

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Bauru-iacanga, Marechal Rondon - melhorias


Rodovia terá marginais até V. São Paulo

Prefeitura aceita desapropriar áreas de bairros para viabilizar vias alternativas no trecho urbano da Bauru-Iacanga

Vinicius Lousada

 Conhecida como ‘rodovia da morte’, em razão do alto índice de acidentes fatais, a Bauru-Iacanga, no trecho que liga Bauru ao aeroporto Moussa Tobias, ganhará marginais simultaneamente à sua duplicação, até a altura da Vila São Paulo. O projeto, desenvolvido pelo Departamento de Estradas e Rodagem (DER), já previa a viabilização das vias, mas dependia de desapropriações pelo município, já confirmadas pelo prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB).

A notícia acerca da possibilidade de marginais foi dada pelo deputado estadual Pedro Tobias (PSDB), na reportagem publicada no último domingo sobre a antecipação das obras do mesmo tipo na Marechal Rondon. “É importante que elas já sejam feitas. Precisamos pensar Bauru para 30, 40 anos”, pontuou o deputado.

Rodrigo disse que reuniões já foram realizadas junto ao DER e o martelo foi batido. Agora, o município aguarda a providência, pelo órgão estadual, do roteiro de desapropriações necessárias para que as áreas sejam decretadas de utilidade pública e, posteriormente, adquiridas pela prefeitura.

O valor que deverá ser desembolsado nas desapropriações ainda é desconhecido por Rodrigo. No entanto, ele garante que não se trata de grandes montantes, pois a maior parte do terreno que será utilizado para a construção das marginais já é de domínio do DER.

Segundo o prefeito, em princípio as únicas áreas em que as desapropriações pelo município serão as das rotatórias em áreas urbanas: uma na altura do residencial Colina Verde e outras na frente da Pousada da Esperança e na Quinta da Bela Olinda. A população desses bairros, aliás, chegou a se mobilizar, reivindicando a duplicação da rodovia. O caso foi levado, até mesmo, ao Ministério Público.

Com a disponibilidade da prefeitura para as desapropriações, o processo de licitação deve ser aberto até o final deste ano.

O anúncio da obra de duplicação foi feito em junho pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), após pedido público do deputado Pedro Tobias.

Inicialmente, os recursos para a intervenção seriam do Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (Bird). No entanto, o órgão ligado ao Banco Mundial decidiu não financiar a obra, que será custeada pelo orçamento do Governo do Estado de São Paulo.

A duplicação do trecho entre os quilômetros 344,8 e 356 estava, inicialmente, orçada em R$ 74 milhões.

Na Câmara

A urgência das obras de marginais na Bauru-Iacanga foi levantada na sessão legislativa de ontem pelo vereador Fernando Mantovani (PSDB). Sem saber das negociações entre o município e o DER, o tucano sugeriu aos colegas a apresentação conjunta de uma moção de apelo a Rodrigo Agostinho.

“São as marginais que vão trazer segurança para a via para diferenciar quem está trafegando pelos bairros e quem está na rodovia. Nessas vias, a velocidade permitida será menor”, explica. Maior reivindicador das obras de duplicação da Bauru-Iacanga, Natalino da Pousada (PV) se disse “estupefato” com a postura dos parlamentares do partido ligado ao Governo do Estado.

Na Marechal Rondon

Na edição de domingo, o Jornal da Cidade noticiou, com exclusividade, a antecipação das obras de marginais na rodovia Marechal Rondon, em Bauru. Previstas, inicialmente, para 2018, elas devem começar em 2014 para que sejam concluídas até 2016. A concessionária Via Rondon será responsável pelas intervenções. A mudança no cronograma foi motivada pelo fato de, atualmente, a rodovia ser utilizada como avenida por bauruenses.

O trecho contemplado seria o dos quilômetros 336,5 e o 348, nos dois sentidos da rodovia. O investimento total, de acordo com a assessoria, seria de R$ 40,77 milhões.

Matéria publicada no Jornal da Cidade de Bauru em 06/11/2012

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Associação de Moradores - ASSEMBLÉIA GERAL

Edital de Convocação da ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO NOVO JARDIM PAGANI, publicada no Jornal de Cidade de Bauru, na edição do dia 31 de outubro de 2012.


terça-feira, 23 de outubro de 2012

Trevo perigoso/Rodovia perigosa

É preciso tomar providências antes que o pior aconteça.


12/10/12
Trânsito em trevos da Bauru-Iacanga faz moradores pedirem providências

Marcele Tonelli

Um engavetamento envolvendo quatro veículos foi registrado no início da noite no quilômetro 345 da rodovia Cezário José de Castilho (SP-321- Bauru-Iacanga), em Bauru. Ninguém se feriu gravemente. O acidente aconteceu na semana passada, mas torna concreto e atual os relatos e reclamações de motoristas e moradores que utilizam os trevos que ligam os bairros da cidade ao longo da rodovia conhecida como Bauru-Iacanga.

Motoristas nervosos com o fluxo intenso de carros, empresários recebendo reclamações de clientes por conta do difícil acesso à empresa, pedestres se arriscando dia e noite para atravessar a pista sem precisar andar mais que o necessário. Este é o cenário observado ao longo dos trevos que ligam o Jardim Pagani ao Parque Colina Verde e a Quinta da Bela Olinda à Vila São Paulo, por volta do quilômetro 345 da SP-321.

Quem passa pela pista, no sentido Iacanga-Bauru, respeita o limite da velocidade para não sofrer as penalidades previstas por placas que indicam a presença de radar eletrônico na via. Já quem segue no sentido contrário, parece muitas vezes desperceber o limite de 60 km/h. O que acaba tornando o cruzamento da pista mais desafiador, considerado que o local fica próximo a uma baixada da rodovia.

“Esses trevos são muito perigosos, devia haver agentes de fiscalização ou semáforos. Já presenciei vários acidentes por aqui, inclusive o atropelamento do meu pai de 72 anos há uns quatro meses”, conta o empresário Gilberto Zanini, proprietário de uma empresa de bombas injetoras no Jardim Pagani, ressaltando receber constantes reclamações de seus clientes por conta do trânsito no trevo que liga o bairro ao Parque Colina Verde.

“Alguns caminhões chegam ficar mais de 20 minutos esperando para cruzar a rodovia no horário de pico. Vários clientes já bateram o carro nesse trevo”, completa o empresário.

Pedestres

No local, mesmo fora do horário de pico, famílias inteiras, inclusive com crianças de colo, foram flagradas atravessando a pista com o uso do trevo. “Falta uma passarela mais próxima. Não compensa descer para subir, prefiro esperar e atravessar por aqui mesmo”, fecha questão Maciel Fernandes, 46 anos, segurando sua filha de 1 ano, junto à sua esposa, Ilziclei da Paz, 28 anos, e seu filho Diego, 12 anos, que na manhã de ontem, realizava a travessia da rodovia Cezário José de Castilho de maneira irregular.

Assim como outros moradores do Quinta da Bela Olinda e do Jardim Ivone, a família utiliza o trecho constantemente para chegar à Vila São Paulo e a uma escola do bairro Nova Bauru, local onde uma outra filha de 10 anos do casal estudaria.

O mesmo trajeto para levar a filha para escola era feito pela dona de casa Eliana Aparecida Fagundes, 31 anos, que atravessava a via com a pequena Cauani Fagundes, de 3 anos.

Entretanto, os flagrantes e as marcas de caminhos abertos em meio aos barrancos nas laterais da pista indicam que, o túnel para o cruzamento seguro acaba pouco utilizado.

Desnível

Ainda próximo ao trevo do Jardim Pagani a reportagem apurou que os acostamentos da pista simples da rodovia estão precários. Em uma das laterais era possível observar um desnível de mais de dez centímetros do acostamento em relação à pista, fato que pode ser determinante para que mais acidentes ocorram no local.

Sobre os questionamentos, o DER informa que está previsto para novembro deste ano a publicação do edital de obras, que contratará a empresa responsável pela duplicação entre Bauru e o Aeroporto.

O projeto executivo prevê a duplicação da pista do Km 344,8 ao Km 356, implantação de marginais do km 344,8 ao km 348 e implantação de três viadutos para travessia de pedestres nos km 349,35, km 351,4 e km 353,35. De acordo com o órgão, o valor orçado das obras é de R$ 102 milhões e os serviços deverão ser iniciados em fevereiro de 2013.

Matéria publicada no Jornal da Cidade de Bauru, edição de 12 de outubro de 2012

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Ruas ainda sem asfalto no bairro



Temos a promessa do Prefeito Rodrigo Agostinho de recapear as ruas do bairro - pelo menos as principais- e de  asfaltar as últimas ruas do bairro que ainda são de terra. O ano passou e não recebemos o serviço. Esperamos que essa lacuna seja sanada no primeiro ano de seu novo mandato. 

As ruas de terra situam-se na parte mais alta do bairro em frente ao trevo do Colina Verde na Rodovia Bauru-Iacanga.  São elas: Rua José Eduardo de Oliveira Castro e Rua  João José da Gama. Mencionamos  ainda a Rua Arlete Aparecida Talon(meio quarteirão) sem asfalto. A colocação de guias nessas ruas e seu respectivo asfaltamento, além de resolverem um problema antigo estariam melhorando o acesso ao trevo e evitando que a toda chuva forte, rios de lama descessem para o bairro com a enxurrada até o Estádio Edmundo Coube.

Além disso, uma das ruas poderia dar acesso mais fácil e seguro para os ônibus circulares que passam pelo bairro rumo ao Colina Verde -Vila São Paulo e Pousada.

Esperamos receber a benfeitoria sem mais demora. Os moradores do bairro agradecem!


terça-feira, 24 de julho de 2012

As demandas do bairro para o Orçamento participativo de 2012-2013



A Associação de Moradores do Novo Jardim Pagani informa:

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO  2012-2013
NOVO JARDIM PAGANI - Demandas

1. Urbanização das vielas do bairro que estão em completo estado de abandono e das que forem reincorporadas ao patrimônio público, pois no momento foram ocupadas ilegalmente por moradores.
OBS: o Projeto de Reurbanização já foi elaborado pela SEMMA e encontra-se na SEPLAN para análise e aprovação final.

2. Recapeamento das ruas do bairro cujo asfalto se encontra em péssimo estado e cheio de remendos.
OBS: o asfalto do bairro todo tem mais de 30 anos e já ultrapassou seu prazo de validade, o que o torna extremamente frágil exigindo constantes trabalhos de tapa-buracos.

Asfaltar a Rua Arlete Aparecida Talon e as ruas José Eduardo de Oliveira Castro e João José da Gama que são as últimas ruas do bairro e dão acesso (atualmente) ao trevo do Bairro Colina Verde e as últimas quadras da Rua Manoel Mendes Caetano.

3. Construção de galerias pluviais na Rua Henrique Mingardi para captação da água que desce da parte superior do bairro, juntamente com a construção de calçadas do lado que margeia a Rodovia. A obra deve ser completada com o recapeamento asfáltico da Henrique Mingardi ,
Rua Manuel T. Pinto Ribeiro e Rua Severino D. Souza (continuações da Henrique Mingardi que acompanham a rodovia)

4. Construção de canaletas em várias esquinas e cruzamentos de ruas, pois o bairro não possui galerias e a água se espalha ao chegar nas esquinas espalhando o barro e a sujeira que carrega.

5.Prolongamento da Avenida  da Av. Darci Cezar Improta. Essa avenida passa pelo Jardim Flórida e está interrompida na Chácara das Freiras. O prolongamento deve ser feito a partir do outro lado da chácara, continuando sob o linhão até a futura marginal da Rodovia Bauru-Arealva. 

6.Construção de uma EMEII  no local destinado ao um mini-distrito industrial, na entrada do bairro. A EMEI existente no bairro é muito pequena e apertada e atende precariamente as necessidades do bairro e imediações. O prédio está em más condições. Seria uma boa oportunidade de a Prefeitura resolver esse problema

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Moradores: cuidem de suas calçadas!



Autuações de calçadas ‘explodem’
Cerca de um imóvel é autuado por dia em Bauru por falta de conservação

20/07/2012

Marcele Tonelli

A responsabilidade por conservar e limpar a calçada é do proprietário ou inquilino do imóvel. Mato alto, lixo, rampas inadequadas e buracos. A lista de autuações registradas na Secretaria Municipal de Planejamento (Seplan) aumentou. Somente neste ano, 152 imóveis foram autuados e 2.310 notificados por falta de manutenção. O número deste primeiro semestre já representa 91% do total de ocorrências registradas durante todo o ano passado, quando houve 161 autuações e 3.266 notificações.

A 13 dias do início da Grand Expo Bauru, um dos maiores e mais importantes eventos para a cidade, a organização da festa lamenta as condições de conservação em que as imediações da calçada vizinha, de frente para a avenida Comendador José da Silva Martha, se encontram.

Ao longo de quase 900 metros, a reportagem do JC, em uma visita ao local na última quarta-feira, encontrou o passeio obstruído por mato alto, embalagens plásticas, sacos de lixo com restos de alimentos e galhos secos.

“O município deve se preocupar um pouco mais com a questão de segurança e higiene em praças e locais onde são realizados eventos. Se o munícipe não cumpre com seu papel, a lei tem que ser aplicada”, cobra o empresário Érico Braga, presidente da Associação Rural do Centro Oeste (Arco), organizadora da Grand Expo Bauru, que neste ano será realizada de 2 a 12 de agosto, no Recinto Mello Moraes.

Responsabilidade

De acordo com a Lei Municipal 5.825 de 2009, a construção das calçadas e passeios em ruas com guias e sarjetas e a manutenção das mesmas para que não obstruam a passagem dos pedestres é mais que uma responsabilidade, é obrigação do munícipe locatário ou proprietário de um imóvel.

“Em cima da calçada, a responsabilidade é sempre do dono ou inquilino”, reforça a chefe da sessão de fiscalização de obras da Seplan, Maria Luisa Almeida Farah.

A fiscalização nos casos de mato alto, buracos ou irregularidade nas calçadas fica por conta da Seplan. Já quanto ao lixo seria, segundo a Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural (Emdurb), da Vigilância Sanitária da cidade.

A Emdurb também informou que sua equipe de varrição atua somente na área central e em locais de grande circulação, sendo a limpeza de calçadas de responsabilidade do condomínio - no caso da avenida Comendador Martha.

Questionado quanto ao problema constatado em sua área lateral externa, o condomínio em questão, Shangrilá, informou por meio de seu encarregado de portaria Roberval Bispo, que o lixo em questão, além de ser carregado pelo vento, é depositado no local por moradores das imediações do bairro e pessoas que passam por ali.

“Temos seis funcionários trabalhando na limpeza, mas eles não dão conta de cuidar de tudo, ainda mais do lixo que vem da rua”, ressalta Bispo, alegando que a limpeza do lado externo da unidade ocorre uma vez por semana.

A Seplan informou que um agente de fiscalização seria enviado ontem à tarde para a entrega da notificação ao condomínio. Denúncias podem ser feitas na Seplan pelo telefone (14) 3235-1093.

Multas e notificações

Em 2011, a Seplan encerrou o ano com 3.266 notificações, sendo 161autuações sobre construção e reparo de calçadas. Apesar de alto, o número mostra que será superado neste ano conforme demonstram os resultados do primeiro semestre, que contabilizou 2.310 notificações e 152 autuações até o momento.

Ao todo, 14 agentes da Seplan cuidam atualmente das fiscalizações em geral no limite de toda a cidade. Após a denúncia, o órgão informa que o prazo para a constatação dos agentes sobre a irregularidade no local não ultrapassa dois dias úteis.

“Além do desrespeito à legislação, esse aumento também acontece por conta das operações de asfaltamento da cidade”, considera a chefe da sessão de fiscalização de obras da Seplan, Maria Luisa Almeida Farah.

A multa aplicada nos casos em que o munícipe já recebeu a notificação e foi autuado após não realizar a manutenção necessária é de R$ 560,93. Após a notificação, o usuário tem 30 dias para o reparo ou 90 dias para construção da calçada, que podem ser adiados por mais dois meses com recurso.

A legislação em questão complementa o Código de Obras do município, de 1982. Em linhas gerais, a ‘nova’ lei permitiu o uso de passarelas em calçadas com laterais em grama, por conta do benefício da permeabilidade.  Mas a conservação da capina, entretanto, é exclusivamente de responsabilidade do proprietário.

Matéria originalmente publicada no Jornal da Cidade de Bauru.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Orçamento participativo 2012



A Associação de Moradores do Novo Jardim Pagani informa:

Saiu o calendário de reuniões do Orçamento participativo de 2012. O Novo Jardim Pagani faz parte da região do Mary Dota /Santa Luzia. Compareça para ajudar apresentar as demandas do nosso bairro.

Região Mary Dota / Sta. Luzia(onde os moradores do Novo Jardim Pagani devem comparecer)

Data: 16 de julho, segunda-feira
Horário: 19h00
Local: Escola Estadual Ada Cariani Avalone
Av. Marcos de Paula Rafael, Mary Dota
Fone: 3239-2511

Para maiores informações cliqueaqui.

terça-feira, 29 de maio de 2012

RECAPEAMENTO DO ASFALTO, JÁ


A Associação dos Moradores do Novo Jardim Pagani, conclama os Moradores a participarem de uma campanha pelo recapeamento asfáltico das ruas do bairro.



Sr. Rodrigo Antônio de Agostinho Mendonça
Prefeito Municipal

As ruas de nosso bairro estão precisando muito de recapeamento asfáltico.

Muitas delas estão com o asfalto totalmente estragado. Tão cheias de remendos  que mais parecem uma colcha de retalhos em preto e cinza. Esperamos desde o ano passado que as ruas principais pelo menos fossem recapeadas.

Muitos bairros de Bauru tiveram suas ruas recapeadas. Aqui, nenhuma. Pedimos ao Senhor Prefeito Municipal o recapeamento necessário.  Se não for possível recapear todas as ruas do bairro, que pelo menos as principais e as mais estragadas o sejam. Já é tempo. O asfalto aqui já tem mais de 30 anos. Os remendos não resolvem mais. Em muitos pontos o asfalto está literalmente debulhando!

Solicitamos ao Senhor Prefeito Municipal que nos inclua no programa de recapeamento asfáltico com urgência.

Diretoria da Associação de Moradores


sexta-feira, 30 de março de 2012

A viela que virou selo

A Revista COFI - Correio Filatélico em sua edição de  223, publica reportagem sobre os Novos modelos de selos personalizados. Na matéria é destacada a homenagem à Viela do "Seu" Osmar, transformada em selo. Para ver a página da revista e ler a matéria clique sobre a imagem para ampliá-la.

Nossos parabéns ao "Seu" Osmar pela merecida homenagem.

domingo, 25 de março de 2012

As vielas/jardim do NOVO JARDIM PAGANI


Osmar Antonio Godoy e Adalgizo Martins, moradores do Novo Jardim Pagani, querem que as vielas sirvam de exemplo para ações similares no bairro

                 clique na imagem para vê-la ampliada

Plante seu jardim

Moradores mostram que com boa vontade é possível tornar as ruas da cidade um espaço mais bonito e agradável de viver

Wanessa Ferrari

Era uma vez uma viela

Osmar Antônio Godoy aprendeu, com seus 67 anos de vida, que viver não basta. É preciso ser feliz, ter sonhos e ir em busca deles. Ser apenas mais um neste mundo não o interessa. Ele quer fazer a diferença. 

E foi justamente essa a motivação para que ele decidisse transformar a viela localizada próxima a sua casa, no Novo Jardim Pagani, em um belo jardim, cheio de flores, sombra e borboletas.

A iniciativa foi posta em prática em meados de 2010, mas o projeto era parte de um sonho antigo.

“Eu via aquela viela toda cheia de mato, entulho e animais peçonhentos e não me conformava. Como podia morar em um lugar com uma paisagem como aquela. Por isso, resolvi fazer minha parte e dar o exemplo”, conta.

A primeira etapa da transformação foi a limpeza da viela, que teve apoio de algumas empresas de iniciativa privada. Do local foram retirados muitos baldes de caramujos africanos e quilos de entulho.

“Depois, desenhei o modo como eu queria que a viela ficasse e comecei o trabalho. Fiz as guias, plantei flores, dei toda a manutenção necessária, e ainda consegui patrocínio para parte dos custos. A ajuda foi pouca, mas essencial”, relata.

Processo que está registrado tim-tim por tim-tim nas páginas de uma pasta cheia de fotografias, recortes e registros, que ele leva debaixo do braço e tem na capa a seguinte descrição: “aqui está a dedicação, o esforço e a perseverança de quem quer e faz”.

A viela foi solenemente inaugurada em 19 de fevereiro de 2011 e hoje serve de inspiração para outras do bairro. Vendo o trabalho que teve – e ainda tem para manter a viela-jardim -, seo Osmar sente orgulho e tranquilidade.

“Gosto de me sentar aqui no chão, aproveitar a sombra, conversar com as plantas e refletir”, conta, sereno.

E quem ousa dizer que ele está errado? Afinal, já diz o ditado: o que se leva da vida é a vida que se leva.

Paixão e terapia
 
“Preocupo-me muito com a viela. Fico pensando o que será dela quando eu me for. Meus filhos já estão criados, mas a viela... Ela depende de mim”. É com essa frase que Marlene Baruffaldi Stevanato deixa transparecer a relação de paixão que construiu ao longo de 22 anos com a viela localizada em frente a sua casa, no Jardim Pagani.
Tudo começou quando, inconformada com o abandono do local, Marlene decidiu tomar a iniciativa e transformar o espaço em um belo jardim.
“Tirei umas 50 carroças de entulho”, lembra.
A princípio, o trabalho não recebeu apoio da família. Seu marido costumava dizer que o trabalho seria vão, afinal, a viela era pública. Com o falecimento dele, Marlene encontrou no trabalho uma terapia.
“Decidi fazer as coisas que pensava e gostava. A partir daí, não me importei mais com a opinião dos outros. Faço o que considero certo”, justifica.
Aos poucos, Marlene comprou algumas mudas de flores e as plantou no local. Muitas foram roubadas e ela pacientemente as substituiu. Com o tempo, o jardim conquistou o respeito da vizinhança e hoje serve de exemplo para outros locais do bairro.
“É minha paixão. Passou horas aqui, varrendo, aguando, podando... Gosto deste trabalho e como não trabalho fora, sinto-me na obrigação de ajudar o bairro de alguma forma. Mas, caso eu falte um dia, já estou preparando meu sucessor”, brinca, apontando o vizinho Ronaldo Pereira.
Nas horas de folga, Marlene aproveita para colher o que plantou. Usa a sombra das árvores da viela para ler um livro e conversar com os amigos.
“É uma delícia. Quando eu morrer, vão me ver por aqui, cuidando da viela e desfrutando dela”, promete, brincando.