Mini-distrito industrial
Nesta sexta-feira, dia 20 de maio, fomos recebidos pelo Prefeito Municipal Rodrigo Agostinho, para novamente conversarmos sobre a pretendida instalação do mini-distrito industrial na entrada de nosso bairro.
Na reunião onde estavam presentes, 05 membros da Diretoria da Associação ( Adalgizo, Osmar, Antonio Morales, Wilson Faria e Gilmar ) e o Vereador Carlão do Gás, reafirmamos nossa posição contra instalação contra a instalação do mini-distrito naquele local e apresentamos o abaixo-assinado já com mais de 300 assinaturas de moradores do bairro, contra o projeto.
O prefeito Rodrigo Agostinho assumiu o compromisso de mudar a destinação do lote para outra finalidade a ser estudada para apresentação à Câmara Municipal e nos garantiu que o mini-distrito não será instalado e portanto não será aberto leilão para venda dos lotes.
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
O novo ESTÁDIO PREFEITO EDMUNDO COUBE e o mini-distrito industrial
Carta publicada na Tribuna do leitor do JC na edição do dia 09/09/2010 O novo ESTÁDIO PREFEITO EDMUNDO COUBE Em agosto passado, mais exatamente dia 21, o prefeito Rodrigo Agostinho reinaugurou o Estádio Municipal Prefeito Edmundo Coube, totalmente remodelado, que se tornou um espaço muito importante de esportes e lazer da cidade. Além do campo de futebol, que é rodeado de pistas para a prática de atletismo ou simples pista de caminhadas para os moradores, acrescentou-se uma pista para aeromodelismo e, futuramente, estão prometidas uma pista de bike e, talvez, campos de malha e bochas destinadas às pessoas da chamada terceira idade. Nós, moradores do Novo Jardim Pagani, estamos agradecidos pela renovação do Estádio, bem como, acredito eu, todos os moradores daquela área. Só falta agora que o prefeito Rodrigo Agostinho reconsidere o projeto de instalar um minidistrito industrial justamente ao lado do Estádio. Seria uma pena que área tão bonita e agradável, que recebeu investimentos públicos para se tornar um local para o desenvolvimento de atividades esportivas e de lazer, fosse descaracterizada como tal pela instalação de pequenas indústrias que teriam um impacto ambiental negativo naquela área. Sugerimos ao prefeito que envie solicitação à Câmara Municipal pedindo para mudar a destinação do lote escolhido para um minidistrito para a construção no local de uma Emeii, que além de ser totalmente compatível com o local, resolveria o problema da atual Emei do bairro (que atende crianças de bairros vizinhos, inclusive), cujo prédio não tem mais condições de atender condignamente seus alunos, dado o obsoletismo e a impossibilidade de ampliá-lo no mesmo local. Esperamos que o bom senso predomine nesse caso e que possamos realmente priorizar soluções que contribuam, de fato, para com a qualidade de vida dos moradores do bairro e arredores. Antonio Morales de Camargo - morador do bairro e 1º secretário da Associação de Moradores do Novo Jardim Pagani | ||||||
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terça-feira, 29 de junho de 2010
O projetado mini-distrito no Novo Jardim Pagani na Tribuna do Leitor do JC
Na edição de hoje, 29/06/2010, do Jornal da Cidade,foram publicadas, na Tribuna do leitor, duas cartas sobre a questão do mini-distrito industrial. Publico-as aqui. Jornal da Cidade de Bauru e região 29/06/2010 - Cartas Minidistrito no Pagani A leitora Maria Helena Menezes Malmonge, na edição do JC de 20 de junho de 2010, expressa sua opinião favorável ao minidistrito industrial a ser instalado na entrada do Novo Jardim Pagani. Vou comentar alguns pontos de sua mensagem que acredito exigem novo esclarecimento: Diz ela: ... “Não concordo com esta imposição de não querer que seja construído o minidistrito, pois está em uma área que não é tão próxima das residências.” Em primeiro lugar, não se trata de nenhuma imposição da Associação de Moradores, pois o assunto, repito, foi objeto de discussão em uma reunião em novembro de 2009 para a qual todos foram convidados. E nessa reunião a grande maioria dos presentes foi contra a instalação do minidistrito. Em segundo lugar, o minidistrito está sim próximo à área residencial. A primeira rua do bairro está a menos de 100 metros do local que já está degradada pela presença de barracões e pela retífica que ali funciona. Prossegue ela: “...dentro do bairro existem outros problemas muito mais importantes para serem resolvidos, e não vai ser este minidistrito que vai acabar com o bairro, pelo contrário, ele virá para trazer esperanças para algumas pessoas que querem possuir um espaço no mercado. Quantos empregos serão criados?” Sabemos que o bairro tem outros problemas, os quais, aliás, estamos lutando para resolver ou pelo menos minimizar com demandas constantes ao poder público e aos moradores do bairro. Isso não justifica a criação de um minidistrito industrial. Muito pelo contrário: os problemas que trará o minidistrito se somarão aos já existentes. Criação de empregos? Isso é muito discutível. O que vai acontecer é que empresas que estão em outros locais da cidade se transferirão para cá apenas mudando de local os mesmos postos de trabalho, com raras exceções. Por fim: “Construído, aquele espaço que hoje não está servindo para nada terá outra visão, com certeza estará mais iluminado, pessoas circulando com freqüência, e com tudo isto mais segurança.” O fato de não haver nada no local não pode nos levar a fazer opções apressadas e inconvenientes para a qualidade de vida dos moradores do bairro. Existem muitas alternativas para o local que são infinitamente melhores para a comunidade do que uma intensificação da atividade industrial que contribuirá, com certeza para a que a já precária infraestrutura do bairro se deteriore ainda mais. Antonio Morales de Camargo - morador do bairro e 1º secretário da Associação de Moradores do Novo Jardim Pagani Jornal da Cidade de Bauru e região 29/06/2010 - Cartas MINIDISTRITO - JARDIM PAGANI Com toda certeza, a construção de mini-distritos industriais em bairros residenciais não deve ser idéia de quem defende o meio ambiente e qualidade de vida, porque seria uma aberração. Enquanto o mundo todo busca soluções para melhorar a qualidade de vida em zonas residenciais, nós, pobres tupiniquins, ainda perdemos tempo discutindo sobre esse assunto e aqui vai uma injustiça com os tupiniquins, que certamente não aceitariam esse absurdo. Li nesta coluna que minidistrito em bairro residencial é progresso! Minha nossa! Por analogia, imaginemos utilizar outras áreas ociosas e transformá-las em minidistritos, por exemplo o Bosque da Comunidade. Certamente alguns destrambelhados sairiam defensores dessa idéia e, o que é pior, pessoas se acham repre-sentantes da comunidade. Que tal transformarmos o Parque Vitória Régia em mais um minidistrito industrial, não seria lindo? Quanto progresso, hein!!! Ou, daqui para frente, todo residencial fechado deverá ter uma área a ser destinada como minidistrito industrial. Seríamos o exemplo do progresso sem limites. Isso é de uma sabedoria... Fazer plebiscito para essa questão é no mínimo risível. Não se discute a importância da indústria, como ninguém nega a possibilidade de progresso, mas precisamos de ordem; ordem e progresso, essa é a nossa bandeira. O que está se pedindo não é isto ou aquilo, mas sim a manutenção das regras pré-estabelecidas (Jardim Pagani – ZR-3), também não há imposição de ideias, mas apelo ao bom senso. Luis Cláudio Damasceno | ||||||
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