domingo, 22 de maio de 2016

Orçamento participativo, 2016/2017



A Prefeitura Municipal de Bauru convida todos os moradores do bairro para participarem da reunião do ORÇAMENTO PARTICIPATIVO.
Pertencemos à Região 8, que congrega os seguintes bairros: Mary Dota, Jardim Araruna, Beija-Flor, Jardim Flórida, Mary Dota, Nobuji Nagasawa, Chácara Gigo, Residencial Nova Flórida, Novo Jardim Pagani, Vila Santa Luzia, Jardim Silvestri, Jardim Chapadão, Parque Giansante, Núcleo Habitacional Isaura Pitta Garms, Chácaras São João, Jardim Mendonça, Quinta da Bela Olinda, Núcleo Residencial Perdizes, Núcleo Eldorado, Vila Conceição, Parque Eucaliptos e adjacentes.

Reunião da Região 8, será no dia 10 de junho, das 14 às 18 horas, na Escola Estadual Ada Cariani, Av. Marcos de Paula Rafael, quadra 20 - Mary Dota.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Alunos da USC reformam viela do bairro

Alunos da USC que cursam a disciplina Sociologia e Responsabilidade social, decidiram executar um projeto de viela existente, aqui no bairro - elaborado pelos alunos de Arquitetura- e estão fazendo. A viela em questão fica quase em frente ao portão da Escola Estadual Antônio Guedes de Azevedo. Buscaram ajuda e patrocínio e conseguiram materiais com várias empresas(São Geraldo Tintas, Copical Tintas, MC Tintas, IW inglês sem Enrolação, Viva Tintas, VP Time Inglês, Pascano e Bela Vista-JAÚ, De Bem Tintas-JAÚ). A SEMMA está fornecendo a grama e mudas. Os alunos: Aline Fugiwara, Beatriz Marques, Letícia Possari, Natália Mendonça, Carolina Cardoso. O mural é uma gentileza dos grafiteiros: Ruan, Lamento, Elefante, Gaúcha, Hune e Mário Monteiro.






segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Vamos todos ajudar a combater o mosquito da dengue e da zica

Como Fazer Uma Mosquitoeira 
Com Material Reciclável

Vamos combater a dengue e a zica 
atacando o mosquito transmissor.



Terrenos com mato alto no bairro

Os terrenos vazios na entrada de nosso bairro estão um verdadeiro matagal. São terrenos particulares e também terrenos públicos. É preciso cobrar da prefeitura a limpeza dos seus e dos particulares idem. As fotos foram tiradas hoje, 26/01/2016, de manhã. Para saber a localização vejam as legendas.








quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Boas Festas!

Feliz Natal e Boas Festas!

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Rua Henrique Mingardi - NOVO JARDIM PAGANI

A Rua Henrique Mingardi, no Novo Jardim Pagani, necessita de atenção do poder público. Ela é aquela rua do bairro que margeia a rodovia Marechal Rondon e a Rodovia Bauru-Iacanga, recentemente duplicada. A rua necessita de atenção especial, pois, sem galerias pluviais se transforma em um verdadeiro rio cor de chocolate em ocasiões de chuva forte. Esse rio destrói seu velho e desgastado asfalto e leva embora os remendos aplicados, pois além disso apresenta trânsito pesado de caminhões que acabam de destroçar seu pavimento.

Do lado em que margeia a rodovia Marechal Rodon e a Bauru-Iacanga não possui calçadas. Alguns moradores tomaram a iniciativa de plantar grama e algumas plantas em pequenos trechos. O restante é só abandono. Uma obra decente para a Rua Henrique Mingardi deve contemplar a execução de galerias pluviais para captar toda a água que desce pela lateral da rodovia nos altos do bairro evitando a destruição do asfalto e outras benfeitorias em todo o seu comprimento. Deve contemplar também a feitura de calçadas, pelo poder público do lado da rodovia. 
E, claro, recapeamento asfáltico em toda a sua extensão.
Seguem algumas fotos recentes para dar uma ideia visual da rua.


































 

terça-feira, 21 de julho de 2015

Viela florida em perigo.



JC - 21/07/2015 
Praça sem água pode ‘secar’ sonhos de Osmar Prefeitura, que paga a conta do local, cortou o abastecimento, alegando alto consumo
Cinthia Milanez


 
Viver em uma rua iluminada, segura e cercada de flores coloridas. O aposentando Osmar Antonio Godoy, 72 anos, que mora no Jardim Pagani, em Bauru, há 40 anos, conseguiu realizar os sonhos por conta própria. Sozinho, ele transformou uma viela suja e mal cuidada em um jardim com cerca de 25 variedades de plantas. Todavia, na semana passada, o projeto foi por água abaixo. Alegando alto consumo do líquido e necessidade de conter gastos, a prefeitura, que paga a conta do local, cortou o abastecimento (leia mais abaixo).

Com os olhos marejados, Osmar relembra como tudo começou. Em meados de 2010, o aposentado resolveu dar mais vida à quadra 1 da rua Maestro Oscar Mendes, onde havia uma viela praticamente abandonada. Diante disso, o morador solicitou que a Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb) fizesse a limpeza do local. Depois de retirar quatro caminhões de 11 metros cúbicos de entulho, Osmar deu início à obra prima.

Antes, claro, o aposentado adotou a viela oficialmente. Passados sete meses de um trabalho árduo e diário junto à terra, o morador, finalmente, começou a colher os frutos de tanta dedicação. Entre 25 espécies diferentes de plantas, como arruda, crista de galo e até orquídeas, o idoso se orgulha do feito, cujo investimento para construção e manutenção já gira em torno de R$ 10 mil. Toda a quantia saiu do bolso de Osmar.

“Eu queria que a minha iniciativa servisse de exemplo aos outros moradores, já que o bairro conta com cerca de 20 vielas”, justifica. Embora o projeto não tenha surtido o efeito planejado, já que o espaço adotado pelo morador já foi alvo de furto e depredação por diversas vezes, algo mudou. Osmar descreve, com brilho nos olhos, que algumas vielas, mas não a maioria, estão sendo cuidadas pelos próprios moradores da área.

Terapia

Osmar foi diagnosticado com mal de Parkinson seis anos antes de dar início ao projeto de revitalização da viela abandonada. Por mais incrível que pareça, as mãos trêmulas não impediram o aposentado de dar início ao intento, que já acumula diversos prêmios e a inauguração do local contou, inclusive, com a presença do prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB). Aliás, ele narra que o trabalho junto à terra até o ajudou a encarar a doença de forma mais leve e, de fato, aprender a conviver com a condição.

Todavia, o grande medo do morador é de perder tudo o que conquistou. Há uma semana, as plantas estão sem água. Embora a prefeitura alegue alto consumo do líquido, o “zelador” do jardim afirma que faz de tudo para economizar. Há um ano, ele desenvolveu um sistema de irrigação que, segundo ele, economiza água. “É a técnica de gotejamento. Uma mangueira grande acoplada à torneira vai até o fim da viela, já na quadra 2 da rua Luiz Bonetti, e ela desce, com os furos, para irrigar toda a área”, explica.

Osmar acrescenta ainda que não tem condições de bancar a conta d’água sozinho, como está previsto no contrato de adoção do local. “Desde o começo, eu havia combinado verbalmente com a prefeitura de que ela bancaria os gastos, mas agora voltou atrás”, revela. Questionada sobre o imbróglio, a assessoria de comunicação do município alega que, por contenção de despesas, a prefeitura realmente solicitou o corte do abastecimento em alguns pontos da cidade, onde o consumo ultrapassou a quantia de R$ 100,00.

No caso da viela adotada por Osmar, a assessoria informa que o valor do consumo chegou a R$ 1 mil em um único mês. Já a titular da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), Lázara Gazzetta, esclarece que a iniciativa visa conter gastos e, no caso da viela, a secretária garante que, após constatar os motivos do consumo elevado (não é descartada a hipótese de que outros moradores façam uso indevido do líquido), a água será restabelecida até, no máximo, semana que vem, porque o ponto é utilizado pelos moradores.
Para conter os gastos, Semma pediu o corte

De acordo com a titular da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), Lázara Gazzetta, a pasta resolveu conter gastos e solicitou o corte no abastecimento d’água em três pontos da cidade que ela pagava a conta, incluindo a viela do Jardim Pagani, que teria gerado despesa de cerca de R$ 1 mil só no mês passado. Outro ponto afetado pela contenção de gastos da Semma é uma praça, que fica entre as ruas Júlio Maringoni e Monsenhor Claro, na região do Altos da Cidade. “É uma praça só com grama e algumas árvores, mas há visitação do público”, justifica.

Além disso, Lázara acrescenta que o valor da conta d’água do local era, em média, R$ 500,00 mensais. Outro espaço aparentemente sem uso e que teve o abastecimento d’água interrompido fica entre o viaduto das avenidas Duque de Caxias e Nações Unidas, na região central, que também tinha um gasto médio de R$ 500,00. “Nós desligamos visando cortar custos desnecessários à prefeitura e racionar um recurso tão escasso na cidade e no restante do mundo”, finaliza.